Cientistas de duas importantes agências climáticas do mundo alertam que o mundo deve estar vivendo o mês mais quente da história. De acordo com especialistas da Organização Meteorológica Mundial e do serviço climático da União Europeia, mesmo antes de julho terminar é “virtualmente certo” que o mês vai quebrar essa marca por uma “margem significativa”. Tipicamente, os recordes são quebrados por poucos centésimos, mas desta vez a situação será mais grave. Nos primeiros 23 dias, julho já tinha uma temperatura média quase 17 graus, o que é considerado bem acima dos 16,63ºC registrados em 2019. Embora a temperatura média esteja nesse patamar, as máximas enfrentadas na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia têm, facilmente, superado os 40 graus Celsius.