Minas Gerais lidera nova lista de empregadores envolvidos em casos de trabalho análogo à escravidão. Segundo o governo federal, o estado reúne 35 dos 289 nomes relacionados no ranking. O levantamento leva em conta ocorrências registradas entre 2018 e 2022, e considera tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Os nomes dos empregadores incluídos na lista permanecem no cadastro do Ministério do Trabalho por dois anos. De acordo com a legislação, é considerado serviço análogo à escravidão casos em que o empregado é submetido à jornada exaustiva, alocado em espaços degradantes para exercício das atividades ou impedido de deixar o ambiente onde trabalha.