Mais de 500 casos de leishmanioses foram registrados em Minas Gerais até agosto deste ano. Pelo menos dez pessoas morreram após contrair a doença que tem tratamento, mas demanda diagnóstico precoce para evitar complicações. Não há vacina contra as leishmanioses humanas. As medidas mais utilizadas para a prevenção da doença se baseiam no controle de vetores e dos reservatórios, proteção individual, diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, manejo ambiental e educação em saúde. As leishmanioses são transmitidas aos humanos pela picada do inseto conhecido popularmente como mosquito-palha. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário. Até o dia 17 é realizada a semana nacional de controle e combate à enfermidade.