Minas Gerais lidera a “Lista Suja” com mais empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão. De acordo com levantamento realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e divulgado nesta quarta-feira (9), dos 745 nomes divulgados, 159 estão no Estado, o que corresponde a 21% do total. A atualização é feita a cada seis meses. A litas de atividades com maior número de trabalhadores em condições análogas à escravidão inclui a criação de bovinos, cultivo de café, trabalho doméstico, produção de carvão vegetal e extração de minerais diversos. A chamada “Lista Suja”, existe desde 2003. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), depois que o nome do empregador é incluído no cadastro, ele permanece publicado por dois anos, conforme portaria que regula a lista.